terça-feira, 27 de outubro de 2009
TWEETS
"Gratidão é a cura para a raiva e o medo." Anônimo
"As pessoas não irão te respeitar pelo que você ainda está por fazer". Tony Robbins
"Identifique seus problemas, mas coloque sua força e energia nas soluções". Tony Robbins
"Você vive mais quando percebe que qualquer tempo gasto sendo infeliz é desperdício." Ruth Renkl
"Atirar-se de cabeça, com intensidade e volúpia, em cada coisa é viver plenamente? Ou é não encarar seus medos, pontos escuros e paixões? Cada um que responda para si mesmo." Nikolayidis
DERROTAS QUE SE TORNAM VITÓRIAS
Há derrotas que criam o sucesso e vitórias que criam o fracasso. As lições que tiramos dos tropeços são um verdadeiro tesouro para futuros triunfos.
É muito importante tomarmos cuidado com as palavras “vencedores” e “perdedores”.
Para mim, vencedor não é aquela pessoa que ganha todas as disputas de sua vida. Essa obsessão de ganhar sempre tem criado a louca necessidade de vencer a qualquer preço.
Vemos pessoas talentosas que se destroem por não saber aguardar o tempo necessário para que seu trabalho frutifique. Vemos pessoas que vendem a alma ao diabo (que pode ser um chefe tirano, uma empresa sem ética, um trabalho sem prazer...) para conquistar um lugar ao sol. Triste ilusão. Essa cobiça desmedida é um atalho para o fracasso.
Você tem o direito de construir seu sucesso respeitando seus valores. Nunca abandone seus princípios para realizar uma meta.
Não se engane: esse tipo de vitória é artificial. É como um castelo de cartas, que pode desmoronar a qualquer momento por causa de uma simples brisa. Por isso o segredo das grandes árvores é ter raízes fortes. Lembre-se: há derrotas que criam o sucesso e vitórias que criam o fracasso. As lições que tiramos dos tropeços são um verdadeiro tesouro para futuros triunfos.
Na carreira de um campeão, sempre existem derrotas. Seu segredo é justamente tirar dali as lições para crescer. Já na carreira de um fracassado há algumas vitórias, que ele usa para se iludir. Você não deve se interessar pelo sucesso passageiro, e sim por aquele que é criado sobre uma base sólida.
Na verdade, se você fizer uma análise cuidadosa do mundo em sua volta, perceberá que, na vida, não há vencedores nem perdedores. É comum ver filmes em que alguns personagens rotulam outros de perdedores. Isso não existe. Ninguém é 100% perdedor nem 100% vencedor.
A verdade é que, em determinados momentos, a vitória nos sorri — e em outros não. É simples assim. Se você sofreu uma derrota hoje e aprendeu suas lições certamente terá um triunfo amanhã.
Ser um vencedor é ter a coragem de enfrentar os próprios medos e fantasmas. Ser um perdedor é viver em um mundo de ilusões, esperando que os outros se responsabilizem por suas dificuldades e culpando todos por seu fracasso.
Ser um vencedor é assumir a responsabilidade nas derrotas e nas vitórias. É ter a coragem de se olhar no espelho e se perceber dono de suas ações e de seus resultados.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
INNUENDO - QUEEN
While the waves crash in the sea and meet the land
While there's a wind and the stars and the rainbow
Till the mountains crumble into the plain
Oh yes we'll keep on tryin' Tread that fine line
Oh we'll keep on tryin' yeah Just passing our time
While we live according to race, colour or creed
While we rule by blind madness and pure greed
Our lives dictated by tradition, superstition, false religion
Through the eons, and on and on
Oh yes we'll keep on tryin' We'll tread that fine line
Oh we'll keep on tryin' Till the end of time Till the end of time
Through the sorrow all through our splendour
Don't take offence at my innuendo
You can be anything you want to be
Just turn yourself into anything you think that you could ever be
Be free with your tempo, be free be free
Surrender your ego - be free, be free to yourself
If there's a God or any kind of justice under the sky
If there's a point, if there's a reason to live or die
If there's an answer to the questions we feel bound to ask
Show yourself - destroy our fears - release your mask
Oh yes we'll keep on trying
Hey tread that fine line Yeah we'll keep on smiling yeah
And whatever will be - will be
We'll just keep on trying We'll just keep on trying
Till the end of time Till the end of time Till the end of time
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O QUE TE DEFINE?
Mas as pessoas são resistentes a mudanças, afinal mudar significa sair da zona de conforto. Ou seria zona de acomodação? Afinal, conforto significa com força. Mas trataremos disso em outro momento. Aliás, vou lançar um livro sobre esse assunto.
Aí você resolve meditar sobre sua vida e começa a chegar a algumas conclusões. Lembramos de nossa infância e juventude onde os limites eram poucos e normalmente vindos de fora. Havia coragem para ser e fazer e isso foi se perdendo com o tempo.
"Experiência de vida" dirão. Justificativa de quem resolveu blindar o coração e não permitir ser tocado.
Sentimos que nossa essência é outra, maior e de que estamos longe dela, submetendo-nos muitas vezes à mente coletiva, aos caprichos da sociedade.
"Eu sou assim?" você se pergunta após mais uma atitude que nada tem a ver com aquilo que você espera de si mesmo. "Agi porque sabia ser o certo ou fiz apenas o que achava que as pessoas queriam?"
Então, depois de vários momentos de mal-estar e sofrimento, escancarando cada vez mais a distância para seus objetivos, você para e diz: "CHEGA! PRECISO MUDAR E VOU MUDAR!"
Após esse impulso inicial em que o entusiasmo fala alto e te estimula a buscar (seja o que for), as provas começam a se suceder, testando sua vontade, pegando nos pontos que mais doem.
Esse é o momento da definição: vai em frente com coragem ou recua para a vidinha pacata?
Quando surgir a dúvida, pergunte-se a cada decisão, a cada ato: "Isso me define? Isso mostra quem eu sou?
Seu coração irá responder.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Cópia, inspiração ou Inconsciente Coletivo?
Mas esta conclusão é algo pessoal e percorrer o caminho até ela é das coisas mais bonitas que alguém pode fazer (já tenho bons palpites como ponto de partida).
Agora, o título tem a ver com uma pesquisa que fiz no Google. Digitei Infinitas Ideias e apareceram vários blogs e sites com esse nome.
Podem ser cópias do meu. Pode ter sido uma inspiração. Ou apenas acessaram um conhecimento.
Pouco importa a forma como esses nomes surgiram. O mais relevante é que todos eles são a manifestação dessas pessoas, seres que estão no seu melhor e evoluindo. Portanto, cabe àqueles que acessarem terem isso em mente, respeitarem e compreenderem a razão de cada um.
Já seria um grande passo para uma convivência mais pacífica e harmoniosa.
Quanto aos blogueiros, que tenham responsabilidade, pois suas postagens podem e vão influenciar pessoas. Portanto, deem exemplo!
Até o próximo!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
DEUSAS AOS 40
Paradoxalmente, a segurança advinda da experiência faz com que estas questões sejam relegadas a um plano secundário. Naturalmente têm sua importância, mas a maturidade faz com que as mulheres exalem um charme absolutamente irresistível.
Já as deusas não! As deusas pairam acima dessas questões. Não precisam de faces delicadas, braços delgados, seios firmes ou pernas torneadas para nos seduzir. Até se mostram dessa forma, tal qual esculturas de Vênus, pois nós ainda precisamos disso. Mas elas têm plena consciência que é a beleza de seu interior que se faz visível.
As deusas são boas. Seus atos e palavras são carregados de compreensão e sabedoria, mas não o percebemos, homens limitados de estreita sensibilidade. As deusas estão à nossa volta! Em toda parte! Basta que prestemos atenção e aprendamos com elas! Assim, poderemos crescer e ser!
Alguém pode perguntar como sei tanto sobre deusas.
Simples.
Sou casado com uma. A maior delas. Uma deusa que me inspira todos os dias.
Não sei se consegui transmitir tudo o que penso e sinto, mas nesta ocasião, 40 anos desde que foi colocada neste planeta, tentei homenagear esta deusa que me escolheu como súdito e adorador, uma criatura tão especial que me faz querer ser um homem melhor.
Parabéns, meu amor!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
GUERREIRAS
Ouvi uma vez que nada há de grande na guerra.
Mas há guerreiros que lutam sem usar violência. Que fazem de sua força para enfrentar a vida, uma inspiração. Pessoas cujos exemplos de conduta são seus tanques de guerra e sua munição palavras que nos levam a acreditar que vale a pena buscar algo mais elevado.
Uma pessoa querida nos deixou (pelo menos em relação a esse plano), mas sua despedida foi algo marcante. Muita gente se reuniu para prestar uma última homenagem. Gente que, assim como eu, não a conheceu, mas sabia se tratar de alguém especial. Alguém que foi escolhida por suas filhas, netos e todos aqueles que a colocaram em suas vidas como um ser de fundamental importância em sua caminhada neste planeta.
Uma guerreira.
Uma guerreira com muita coragem para enfrentar as dificuldades.
Uma guerreira que contrariou todos os prognósticos para continuar a dar exemplo.
Uma guerreira que mereceu um prêmio final, raro privilégio, de ter à sua volta aqueles que amava em seus momentos derradeiros.
Uma guerreira cujo legado criou e inspirou outras guerreiras.
Uma mulher que o exato instante de sua partida foi chorado por todos os anjos com tristeza e alegria, as lágrimas derramadas usadas para lavar o caminho para uma grande guerreira se juntar ao exército do Céu.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
O QUE TE MOVE?
O que te move?
O que faz com que as pessoas saiam da paralisia dominante do nosso tempo e sigam em busca de algo maior, um significado para suas vidas?
Pior: até onde as pessoas estão dispostas a chegar para terem seus desejos satisfeitos? Quais valores e princípios serão esquecidos, colocados de lado para se conseguir essa felicidade, assim mesmo, pequenininha?
O caminho, desse modo, é como aquela figura da carroça, o burro e a cenoura. Nunca serão atingidos os objetivos (normalmente ignorados) quando o preço é passar por cima de tudo e de todos a fim de se atingir um determinado ponto. Aparentemente até se alcança, mas em um nível absolutamente rasteiro, condizente com nosso estágio evolutivo.
Dinheiro é bom. Poder é bom. Sexo é bom. As maiores alavancas de nossa sociedade.
Não são fins. São apenas, apenas, meios que devem ser usados com sabedoria. Não se pode ser escravo desses elementos; há que se dominá-los e não se deixar conduzir pelos aparentes charme e glamour e por aquilo que o nosso mundinho convencionou chamar de sucesso.
Novamente: o que te move?
Respostas para a redação
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
IDEIAS
Bang!Bang!Bang!Bang!
(Mr. Creedy) - Morre, desgraçado! Por que você não morre?
(V) - Porque atrás desta máscara, não são apenas músculos. Por baixo deles há ideias.
E ideias, Mr. Creedy, são à prova de balas.
V de Vingança
sábado, 22 de setembro de 2007
JULIA
Não podíamos perder tempo. O pequeno James tinha que ser submetido a uma intervenção imediata. Do contrário, resistiria alguns poucos dias.
Estava sendo muito duro para nós. Não conseguíamos compreender por que aquela criatura inocente e indefesa se encontrava em tal situação. Conhecíamos, logicamente, a natureza do problema. Entretanto, era algo mais profundo o que buscávamos.
— Você não pode ir mais rápido?
— Não há necessidade. Pelos cálculos do computador, conservando esta velocidade, chegaremos ao laboratório em sete minutos e quarenta e dois segundos. Qualquer aumento de velocidade alertará os sensores eletromagnéticos da aerovia que interromperão o fluxo de energia do motor. Se acelerarmos, levaremos mais tempo para chegar do que mantendo esse ritmo.
— Sempre preciso. O que faria sem você?
— Provavelmente nada. Agora, temos que nos concentrar em James.
— Não há mais o que fazer. Apenas os especialistas poderão nos ajudar. E a James.
— Eu sei. Tenho certeza.
— É natural. Não poderia ser diferente.
Permanecemos calados o restante do caminho. As coisas estavam um pouco diferentes. Até nossos diálogos haviam mudado. Reflexo do momento.
Chegamos ao laboratório e levamos James ao centro de exames e diagnósticos. Era uma formalidade que tinha de ser cumprida antes de qualquer intervenção delicada como aquela.
Através dos enormes vidros e com a ajuda dos monitores digitais de alta definição, acompanhávamos atentamente o que acontecia a James. Instintivamente, demos as mãos. Outro ato que não combinava conosco, inconcebível até pouco tempo. Entretanto, Julia pareceu não perceber, absorta que estava nas imagens que chegavam da sala central, onde o exame prosseguia. Algum tempo depois, o chefe da equipe veio até nós. Seu semblante denotava preocupação.
— Então? Pode ser feito algo? — perguntei.
Percebendo nossa aflição, doutor Zach começou a explicação.
— O caso é complicado. Analisamos todas as possibilidades e só há uma alternativa.
Escutávamos apreensivos. Temíamos a confirmação das nossas piores expectativas. Já não estávamos de mãos dadas. Naquele momento eu e Julia nos abraçávamos, chocados e emocionados de uma forma inédita.
Assim que o Dr. Zach terminou a explanação deixou-nos a sós. Precisávamos digerir tantas informações e nos fechamos em uma sala mais reservada.
— E agora? O que faremos?
— Não nos resta alternativa. Ele necessita de um implante e só eu posso doar.
— Mas será fatal...
— Eu sei.
E assim que proferiu essas palavras, Julia abaixou a cabeça. O que presenciei a seguir me deixou perplexo. Apesar dos programas que simulam emoções estarem cada vez mais desenvolvidos, pela primeira vez vi um andróide chorar.
James era um andróide criança. Moderno, porém com componentes antigos, sofria uma incompatibilidade entre seus chips. As funções vitais não eram controladas perfeitamente e os exames mostraram que apenas um chip específico poderia evitar o colapso do sistema. Entretanto, tratava-se de um dispositivo raro, usado em pouquíssimas unidades Beta-5 e já desaparecido do mercado. Nem mesmo a tecnologia utilizada estava mais disponível.
Resignada, Julia levantou-se e caminhou em direção à porta da sala. Parou, fitou-me nos olhos e disse um adeus melancólico, com sentimento, somente visto em mulheres de verdade. Não que ela não fosse. Pelo contrário. Julia era mais mulher e mãe que a maioria dos seres humanos do sexo feminino. Sabia que não poderia continuar vivendo depois que seu chip central fosse retirado e implantado em James e, mesmo assim, não se importava. Ela o amava como a um filho de verdade. Para sempre estaria longe de mim e de James, mas Julia transcendera a condição de um organismo cibernético para transformar-se em uma criatura divina, completa, cheia de amor e entrega, sacrificando-se pelo filho sem hesitar por um só instante.
Hoje, James está perfeito e sempre me pergunta a respeito de Julia. Sinto muita falta dela e acho que ele também, apesar do pouco tempo que passaram juntos. Conto histórias sobre nós e como ela foi corajosa em se sacrificar por ele.
Felizmente, ele não se sente culpado pelo destino que coube a ambos. Quanto a mim, presenciei um milagre: uma máquina derramar lágrimas de emoção é daquelas coisas que só o amor torna possível.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
LIVROS
Independentemente de regime político ou sistema econômico, Idade Moderna, Média ou Contemporânea, conhecimentos e informação sempre foram as ferramentas mais poderosas para que as pessoas atingissem seus objetivos.
Com o desenvolvimento dos meios de comunicação, um número incomparavelmente maior de pessoas passaram a ter acesso (não que façam uso) às informações contidas em livros, jornais, revistas e veiculadas por rádio, TV e mais recentemente, Internet.
Entretanto, principalmente em países pobres ou em desenvolvimento como o Brasil, a esmagadora maioria da população está longe de uma educação de boa qualidade. Considerando-se, então, programas sociais voltados para levar mais cultura à grande massa, o abismo se mostra gigantesco.
Programação de rádio e televisão de baixa qualidade, letras de músicas sem nenhum conteúdo, revistas e shows televisivos que tratam de fofocas sobre artistas proliferando a uma velocidade espantosa, enfim, caos total no que diz respeito à transmissão de conhecimentos por parte de quem detem o poder de atingir o grande público.
Até por uma questão de índole, o brasileiro é acomodado e espera que os outros resolvam seus problemas. Muitos aguardam soluções milagrosas vindas do céu para solucionar suas dificuldades, sejam elas financeiras, de moradia, saúde e também, educação e cultura. Sem contar a apatia com que acata os desmandos e abusos nas esferas política, econômica, etc.
Ao contrário, deveriam sim buscar sempre uma melhor condição de vida no que tange a todos os aspectos mencionados. E, se de um lado, o brasileiro não briga por seus interesses, por outro também não se mobiliza no sentido de promover iniciativas que alterem o atual estado de coisas.
Há muito trabalho voluntário sendo realizado em todo o país, mas se for considerado o tamanho da população, o resultado dessas iniciativas isoladas é desanimador, menos para aqueles que sentem prazer em se doar e que podem ver a alegria estampada no rosto daqueles que recebem os benefícios dessas ações altruístas.
domingo, 2 de setembro de 2007
TEMPO
Que diferença faz saber isso?
Na prática, muito pouca. Até porque, na verdade, na Terra dispomos de espaço.
Estamos em um planeta baseado na matéria, em estruturas tridimensionais e nossas manifestações obedecem às leis que regem exatamente as relações materiais. Obviamente, não é só isso. Há os lados mental e espiritual que, infelizmente, não são desenvolvidos por quase ninguém. Mas isso é assunto para outra ocasião.
O ponto é: já que percebemos sua existência, o que fazemos com esse escasso tempo, ou melhor, espaço, que foi colocado à nossa disposição?
Uma época resolvi andar com um caderninho e anotava tudo o que fazia e quanto tempo levava.
Fiquei impressionado como um simples artifício otimizava o aproveitamento de cada minuto. Se não fosse assim, ficaria evidente o desperdício.
O ponto é outro: posso maximizar a utilização do tempo em meu trabalho, no lazer, nas tarefas domésticas, mas o quanto eu me aproximo de meus objetivos (quais? tenho realmente objetivos? um, pelo menos, que valha a pena?)?
Será que uma pessoa se atirar de cabeça, com intensidade e volúpia, em cada coisa que faça é viver plenamente? Ou essa entrega é uma forma de não encarar seus medos, seus pontos escuros, suas fraquezas e paixões, tudo aquilo que nos afasta do real propósito da nossa existência neste planetinha?
Temos, na verdade, que usar o tempo/espaço para prestar mais atenção às coisas que nos cercam. Precisamos parar de fugir das nossas responsabilidades para com os outros e, principalmente, para conosco mesmos.
Nossa busca deve ser o crescimento como seres humanos e este espaço, meus amigos, é algo precioso e fundamental para que essa evolução ocorra aqui e "agora".